
Na quarta-feira da semana passada e no último domingo, tive duas experiências marcantes, voltando e indo para a igreja de ônibus. Na primeira, encontrei um antigo colega do colégio e escolinha de futsal que há muito tempo não via; e, na segunda, um rapaz que não conheço, mas que contou a história de um acidente que sofreu e, por estar em um processo de recuperação complicado, pedia dinheiro por estar impossibilitado de trabalhar.





